OMDN https://www.omdn.com.br Notícias do comércio exterior Wed, 20 Nov 2019 20:31:16 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.2.4 https://cdn.omdn.com.br/wp-content/uploads/2019/07/16142351/cropped-favicon-1-32x32.png OMDN https://www.omdn.com.br 32 32 165100510 Brasil aguarda posição dos EUA sobre importação de carne https://www.omdn.com.br/brasil-aguarda-posicao-dos-eua-sobre-importacao-de-carne/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=brasil-aguarda-posicao-dos-eua-sobre-importacao-de-carne https://www.omdn.com.br/brasil-aguarda-posicao-dos-eua-sobre-importacao-de-carne/#respond Wed, 20 Nov 2019 20:30:18 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5098 A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) se reuniu nesta quarta-feira (20/11) com o secretário da Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue. Eles conversaram sobre a suspensão à importação de carne bovina in natura do Brasil. De acordo com a ministra, o governo americano está finalizando a análise dos dados que o Brasil enviou e deve […]

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) se reuniu nesta quarta-feira (20/11) com o secretário da Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue. Eles conversaram sobre a suspensão à importação de carne bovina in natura do Brasil. De acordo com a ministra, o governo americano está finalizando a análise dos dados que o Brasil enviou e deve dar um posicionamento em algumas semanas.

Vamos fazer os trâmites com a maior tranquilidade. Eles me prometeram que em breve teremos notícias sobre a data e se as informações que passamos são suficientes ou não. Vamos aguardar uma decisão deles, eu espero que seja breve mesmo, pela nossa conversa”, disse a ministra, ao sair da reunião.

O secretário Perdue agradeceu a celeridade com que o Brasil enviou as informações solicitadas na última auditoria realizada em junho e comprometeu-se dar prioridade ao processo.

Em 2017, os Estados Unidos suspenderam a importação de carne bovina do Brasil, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho, pela vacina contra a febre aftosa. Em junho deste ano, uma missão veterinária dos Estados Unidos esteve no Brasil para inspecionar frigoríficos de bovinos e suínos.

Importação de trigo

Outro assunto tratado na reunião foi o estabelecimento da cota de importação de 750 mil toneladas de trigo por ano com alíquota zero, definido recentemente pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). “Era uma ansiedade dos Estados Unidos, mas já está implementada”, disse a ministra. Os representantes dos dois países também conversaram sobre a necessidade de trabalhar em conjunto pela expansão mundial do uso do etanol, de modo a tornar a commodity produzida por ambos os países um produto global.

Em fevereiro do ano que vem, a ministra deve voltar aos Estados Unidos para conversar com Perdue sobre a ampliação do AG-5, grupo de países que reúne os Estados Unidos, Brasil, Argentina, Canadá e México. Segundo Tereza Cristina, está sendo estudada a ampliação do bloco, com a entrada de dois países exportadores de grãos. A ideia é explorar questões como a defesa da ciência na definição padrões sanitários e fitossanitários.

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Design de navios: pesquisas buscam avanços e inovações https://www.omdn.com.br/design-de-navios-pesquisas-buscam-avancos-e-inovacoes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=design-de-navios-pesquisas-buscam-avancos-e-inovacoes https://www.omdn.com.br/design-de-navios-pesquisas-buscam-avancos-e-inovacoes/#respond Wed, 20 Nov 2019 17:40:24 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5088 Em busca de navios mais ecológicos e econômicos, a Oldendorff Carriers assinou um contrato de pesquisa com o Centro de Bits e Átomos (CBA) do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A empresa alemã Oldendorff, juntamente com a CBA, incluindo o Sea Grant Program do MIT, investigará melhorias disruptivas na propulsão e design de navios […]

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Em busca de navios mais ecológicos e econômicos, a Oldendorff Carriers assinou um contrato de pesquisa com o Centro de Bits e Átomos (CBA) do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A empresa alemã Oldendorff, juntamente com a CBA, incluindo o Sea Grant Program do MIT, investigará melhorias disruptivas na propulsão e design de navios para atingir os requisitos da IMO 2030/50.

A ênfase inicial será direcionada à melhoria da eficiência hidrodinâmica, com base no trabalho que a CBA vem realizando com as indústrias aeroespacial e automotiva. Isso vai além da arquitetura naval tradicional para uma integração mais profunda de forma e função no design de navios. As áreas de pesquisa previstas incluem estruturas de transformação, camuflagem hidrodinâmica, camadas limites em movimento e fontes alternativas de energia.

Segundo a Clarkson Research, apenas cerca de 30% da frota mundial atualmente é composta de embarcações “ecológicas”. Desde 2013, a Oldendorff investiu US $ 3 bilhões em 90 novas embarcações ecológicas construídas na China, Coréia e Japão, que possuem motores com economia de combustível e emissões reduzidas de gases de efeito estufa, além de vários dispositivos de economia de combustível para reduzir o consumo e as emissões de carbono.

Hoje, mais de 95% da frota de Oldendorff e a maioria dos navios fretados são embarcações do tipo eco. A idade média dos 116 navios da frota fretada e com casco da Oldendorff é de 4,09 anos.

Com sede em Lubeck, Alemanha, a Oldendorff Carriers é proprietária e operadora privada de graneleiros. Opera uma frota de cerca de 700 embarcações em todo o mundo. A cada ano, esta frota transporta cerca de 320 milhões de toneladas de carga a granel e unitizada.

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Contagem regressiva para mais uma edição do Enaex https://www.omdn.com.br/contagem-regressiva-para-mais-uma-edicao-do-enaex/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=contagem-regressiva-para-mais-uma-edicao-do-enaex https://www.omdn.com.br/contagem-regressiva-para-mais-uma-edicao-do-enaex/#respond Wed, 20 Nov 2019 16:50:28 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5094 O comércio internacional vem passando por grandes mudanças. O mercado exige novos desafios de quem deseja expandir os seus negócios, seja produto, serviço ou investimentos. E é com o objetivo de analisar, discutir, compartilhar experiências e fazer novas conexões que a Associação de Comércio Exterior do Brasil promove o Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), […]

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O comércio internacional vem passando por grandes mudanças. O mercado exige novos desafios de quem deseja expandir os seus negócios, seja produto, serviço ou investimentos. E é com o objetivo de analisar, discutir, compartilhar experiências e fazer novas conexões que a Associação de Comércio Exterior do Brasil promove o Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), destinado a empresários, acadêmicos e profissionais da área.

O tema do encontro neste ano será “Produtividade e competitividade abrindo mercados externos” e irá reunir profissionais do comércio internacional em palestras, workshops, mesas-redondas, debates e painéis que irão abordar assuntos atuais sobre os negócios internacionais.

O Enaex, que é considerado o fórum brasileiro mais importante sobre comércio exterior, será realizado nos dias 21 e 22 de novembro no Centro de Convenções SulAmérica, Cidade Nova, Rio de Janeiro e a inscrição deve ser feita diretamente no site www.enaex.com.br.

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CNI defende não tributação da exportação de serviços https://www.omdn.com.br/cni-defende-nao-tributacao-da-exportacao-de-servicos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cni-defende-nao-tributacao-da-exportacao-de-servicos https://www.omdn.com.br/cni-defende-nao-tributacao-da-exportacao-de-servicos/#respond Wed, 20 Nov 2019 12:46:10 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5076 As exportações são parte importante do PIB de um país, seja na venda de bens materiais ou na prestação de serviços especializados. Este último, segundo estimativas, responde por cerca de 15% do que o Brasil vende para o mundo. No entanto, o comércio de serviços para o exterior tem sido utilizado como fonte de arrecadação […]

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As exportações são parte importante do PIB de um país, seja na venda de bens materiais ou na prestação de serviços especializados. Este último, segundo estimativas, responde por cerca de 15% do que o Brasil vende para o mundo. No entanto, o comércio de serviços para o exterior tem sido utilizado como fonte de arrecadação por municípios, pela cobrança do Imposto sobre Serviços (ISS), ainda que a Constituição deixe claro que este tipo de exportação não deve ser tributado.

Uma saída para este entrave ao comércio exterior de serviços foi tema da reunião do Conselho de Assuntos Legislativos (CAL) da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O assunto está em discussão no Congresso Nacional na forma do Projeto de Lei Complementar (PLP) 463/2017, que estabelece critérios para a isenção do ISS na exportação de serviços – entre eles, manutenção, engenharia, consultoria, assistência técnica.

Relator da proposta na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e convidado da reunião do conselho, o deputado Paulo Ganime (NOVO-RJ) destacou a importância do projeto, que dá mais competitividade a um tipo de comércio que tem como principal característica o alto valor agregado, a utilização de mão de obra qualificada e alto conteúdo tecnológico.

Muitas prefeituras tributam empresas que prestam serviços para o exterior por conta de ambiguidade na lei. O projeto deixa claro o que é serviço exportado”, explicou.

Ganime reforçou que a proposta não consiste de criação de subsídio ou isenção tributária para este tipo de comércio, e argumentou que, além de estar previsto na Constituição, a não cobrança de impostos sobre a exportação de serviços é a prática internacional. “Não há perda de arrecadação para municípios, salvo aqueles que estão cobrando de forma indevida”, explicou.

O presidente do CAL e vice-presidente executivo da CNI, Paulo Afonso Ferreira, falou da defesa que a CNI tem feito da proposta e a necessidade de dar mais competitividade às exportações nacionais. Segundo ele, o setor está empenhado em dar isonomia ao setor produtivo nacional em relação à concorrência internacional, uma vez que a prática normal é não tributar o próprio comércio exterior. “Esta é uma proposta fundamental para o aumento da competitividade das empresas”, disse.

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Agronegócio: PIB cresce mais que conjunto da economia https://www.omdn.com.br/agronegocio-pib-cresce-mais-que-conjunto-da-economia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=agronegocio-pib-cresce-mais-que-conjunto-da-economia https://www.omdn.com.br/agronegocio-pib-cresce-mais-que-conjunto-da-economia/#respond Wed, 20 Nov 2019 11:49:15 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5080 O incremento do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio neste ano e no próximo foi revisto para cima pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A previsão anterior era de crescimento de 0,5% em 2019 e a nova projeção marca 1,4%. No caso de 2020, a projeção de crescimento vai de 3,2% a 3,7%, conforme […]

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O incremento do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio neste ano e no próximo foi revisto para cima pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A previsão anterior era de crescimento de 0,5% em 2019 e a nova projeção marca 1,4%. No caso de 2020, a projeção de crescimento vai de 3,2% a 3,7%, conforme o prognóstico de safra.

Todos os percentuais estão acima do que é esperado para o conjunto da economia. Segundo o Ipea, em 2019 o PIB nacional deverá ter alta de 1%. Em 2020, o crescimento deve ficar em 2,3%. Historicamente, o agronegócio é responsável por um quinto do PIB nacional.

O PIB do agronegócio vai puxar o crescimento do PIB nacional”, ressaltou o presidente do Ipea Carlos von Doellinger, em seminário sobre o agronegócio, em Brasília.

“O setor agropecuário está tendo um comportamento com perspectiva muito favorável. É uma vocação do Brasil, o país sempre teve vantagem comparativa”, assinalou.

Apesar do histórico efeito no crescimento da economia, o impacto da agropecuária no conjunto da atividade econômica não é linear, varia conforme produto e extensão de sua cadeia de produção. “Depende do que está sendo produzido para onde para qual mercado. Não dá para analisar de forma tão simplista. A gente não tem como avaliar o impacto no PIB geral”, pontuou o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea José Ronaldo Souza Júnior, durante o seminário.

“Algumas coisas são exportadas diretamente, não geram outros efeitos em termos de indústria. No caso da carne, ela gera impacto na indústria de alimentos. No caso da soja, ela é pouco processada no Brasil, então ela não gera tanto impacto assim em termos de indústria”, completa o especialista em crescimento econômico.

Conforme o Ipea, o bom desempenho do agronegócio tem sido puxado pela produção de milho algodão e ovos para mercado interno, aliado ao crescimento das exportações de grãos e de venda de carne bovina, suína e frango.

Há ganho de produtividade nesses segmentos. Conforme Souza Jr, “está havendo melhora na produtividade agrícola. Tanto a Conab [Companhia Nacional de Abastecimento] quanto o IBGE não estão vendo ganho de área plantada e sim ganho de produtividade. O que mantém a tradição da agricultura brasileira ser um setor que continuamente tem melhorado a produtividade”.

Com informações da AB

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Aeroporto de Porto Alegre aguarda ampliação da pista https://www.omdn.com.br/aeroporto-de-porto-alegre-aguarda-ampliacao-da-pista/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=aeroporto-de-porto-alegre-aguarda-ampliacao-da-pista https://www.omdn.com.br/aeroporto-de-porto-alegre-aguarda-ampliacao-da-pista/#respond Tue, 19 Nov 2019 17:21:58 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5066 As obras de melhoria do Aeroporto de Porto Alegre tiveram mais um capítulo nesta terça-feira (19/11). A concessionária Fraport Brasil entregou a primeira fase dos trabalhos previstos no contrato de concessão firmado com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Os investimentos privados devem chegar a R$ 1,8 bilhão. As obras estão com 74% de […]

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As obras de melhoria do Aeroporto de Porto Alegre tiveram mais um capítulo nesta terça-feira (19/11). A concessionária Fraport Brasil entregou a primeira fase dos trabalhos previstos no contrato de concessão firmado com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Os investimentos privados devem chegar a R$ 1,8 bilhão. As obras estão com 74% de avanço, faltando ainda a ampliação da extensão da pista de pouso e decolagem em 920m. O aumento da pista de 2.280 metros para 3.200 metros, prevista para o final de 2021, permitirá que o aeroporto receba aeronaves maiores, favorecendo o transporte de cargas e o aumento de voos internacionais.

Após assumir as operações do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em 2 de janeiro de 2018, a Fraport fez intervenções nos sistemas operacionais, iluminação, banheiros, wi-fi e sinalização. Em dezembro de 2018, foi aberta a nova área de controle de acesso e sala de embarque internacional. Em abril de 2019, foi entregue a nova área de check-in, novo embarque doméstico, novas salas de embarque doméstico e nova área de desembarque doméstico.

Em junho deste ano, foi entregue o novo edifício garagem, com cinco pavimentos e mais de 1 mil vagas. Em agosto, foram abertas novas salas de embarque doméstico. Houve também o investimento em novas tecnologias para modernizar as operações e a administração do aeroporto. Até o fim deste ano, a expectativa é disponibilizar maior oferta de lojas e restaurantes.

Durante a cerimônia, realizada no terminal de passageiros, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, elogiou o trabalho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Casa Civil, citado como “um marco” na história das concessões no Brasil.

O Brasil tem, hoje, o maior e mais sofisticado programa de concessões da história. A entrega deste aeroporto é, também, a celebração do cumprimento de um contrato – um acerto em termos de modelagem, acerto que foi possível porque o PPI trouxe essa consistência ao modelo de concessão”, declarou.

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Bolívia transporta alimentos por avião para evitar desabastecimento https://www.omdn.com.br/bolivia-transporta-alimentos-por-aviao-para-evitar-desabastecimento/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bolivia-transporta-alimentos-por-aviao-para-evitar-desabastecimento https://www.omdn.com.br/bolivia-transporta-alimentos-por-aviao-para-evitar-desabastecimento/#respond Tue, 19 Nov 2019 17:15:28 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5071 Cerca de 400 toneladas de alimentos foram transportados em aviões para abastecer as cidades de La Paz e El Alto, na Bolívia. Bloqueios nas estradas do país estão impedindo a distribuição de itens de primeira necessidade. De acordo com o ministro do Desenvolvimento Produtivo da Bolívia, Wilfredo Rojo, a ponte aérea para a distribuição de […]

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Cerca de 400 toneladas de alimentos foram transportados em aviões para abastecer as cidades de La Paz e El Alto, na Bolívia. Bloqueios nas estradas do país estão impedindo a distribuição de itens de primeira necessidade.

De acordo com o ministro do Desenvolvimento Produtivo da Bolívia, Wilfredo Rojo, a ponte aérea para a distribuição de carnes, verduras e ovos está cada vez mais eficiente e será mantida até que terminem os bloqueios. Desde domingo (17), foram transportadas 300 toneladas de carnes (gado, frango e porco), 50 toneladas de verduras e 50 toneladas de ovos.

O transporte dos alimentos está sendo feito por aviões da Força Aérea, além de aeronaves de empresas comerciais como a Boliviana de Aviación (BOA) e Amaszonas.

Rojo informou que o governo está fechando acordos para contratar aviões estrangeiros com maior capacidade de carga para auxiliar na tarefa de manter todas as cidades abastecidas.

O desbastecimento atingiu fortemente as cidades de La Paz e El Alto. Os alimentos são provenientes, principalmente, de Santa Cruz, Beni e Cochabamba.

As negociações, de acordo com o ministro, seguem com países como Brasil, Peru e Chile, que poderiam enviar aviões de carga para a distribuição desses alimentos. O custo do transporte não será repassado à população e correrá por conta do governo.

Informações e fotos AB

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Evento na Fiesc para incentivar a cultura exportadora https://www.omdn.com.br/evento-na-fiesc-para-incentivar-a-cultura-exportadora/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=evento-na-fiesc-para-incentivar-a-cultura-exportadora https://www.omdn.com.br/evento-na-fiesc-para-incentivar-a-cultura-exportadora/#respond Tue, 19 Nov 2019 16:42:50 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5063 Empresas interessadas em desenvolver uma cultura exportadora e a internacionalização terão uma oportunidade de aprimoramento num encontro que está sendo organizado pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). A terceira edição do Exporta Floripa, que será realizado nesta quarta-feira (20/11), em Florianópolis. Na programação do encontro, a Câmara de Comércio Exterior da […]

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Empresas interessadas em desenvolver uma cultura exportadora e a internacionalização terão uma oportunidade de aprimoramento num encontro que está sendo organizado pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). A terceira edição do Exporta Floripa, que será realizado nesta quarta-feira (20/11), em Florianópolis.

Na programação do encontro, a Câmara de Comércio Exterior da Fiesc, a Apex Brasil, o Ministério da Economia e o Sebrae vão apresentar as iniciativas voltadas à disposição das empresas com foco em internacionalização. O evento é promovido pela Fiesc com o apoio da Prefeitura de Florianópolis e do Sebrae.

Na abertura a Apex Brasil vai tratar de qualificação e competitividade. Depois o Ministério da Economia apresentará o Plano Nacional de Cultura Exportadora (PNCE), seguido pelas Ações de Internacionalização do Sebrae e fechando com o Programa de Internacionalização da Fiesc.

Exportações de SC

O desenvolvimento do potencial exportador catarinense é fundamental para o crescimento econômico do estado. Conforme o último relatório divulgado pela Fiesc, até o mês de outubro, as exportações de Santa Catarina somaram um montante de $ 638,41 milhões de dólares. Na comparação com o mês de setembro, as exportações recuaram 4,74%. Frente ao mesmo mês do ano anterior a queda foi de 27,88%.

De janeiro a outubro deste ano, o volume exportado totaliza um montante de $ 7.326,68 milhões de dólares. Esse resultado representa um recuo de -4,28% nas (vendas) exportações de SC. Os números mantêm como oitavo maior estado exportador nacional, com participação de 3,95% do total. Em relação ao mesmo período de 2018, as exportações brasileiras caíram -6,77%.

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Incoterms® 2020: Você já está por dentro das mudanças? https://www.omdn.com.br/incoterms-2020-voce-ja-esta-por-dentro-das-mudancas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=incoterms-2020-voce-ja-esta-por-dentro-das-mudancas https://www.omdn.com.br/incoterms-2020-voce-ja-esta-por-dentro-das-mudancas/#respond Tue, 19 Nov 2019 13:15:34 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5055 Por Thiago Alberto De Zorzi Dalke Dentro de um contexto composto por negociantes de diversos países, costumes, idiomas e legislações distintas, foi preciso conceituar e estruturar um padrão mundial a ser seguido na compra e venda de mercadorias em âmbito internacional, visando evitar transtornos, mal-entendidos e consequentes custos inesperados no processo logístico. Assim, com o […]

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Por Thiago Alberto De Zorzi Dalke

Dentro de um contexto composto por negociantes de diversos países, costumes, idiomas e legislações distintas, foi preciso conceituar e estruturar um padrão mundial a ser seguido na compra e venda de mercadorias em âmbito internacional, visando evitar transtornos, mal-entendidos e consequentes custos inesperados no processo logístico. Assim, com o lançamento em 10/09/2019 da nova versão do Incoterms® 2020 pela Câmara de Comércio Internacional, CCI – (International Chamber of Commerce), todo o mercado atuante no comércio internacional deve atentar-se às principais mudanças destes termos, visto que torna uniforme a linguagem internacional no que tange aos riscos e custos de entrega de um produto ou mercadoria.

Desde a primeira publicação em 1936, a CCI atualizou este conjunto de regras em sete oportunidades: 1953, 1967, 1976, 1980, 2000, 2010 e finalmente agora, a versão do Incoterms ® 2020. 

Conheça portanto, como ficaram definidas as 11 siglas da versão Incoterms® 2020 e quais as principais mudanças:

  1. EXW – Ex Works – Na Origem (local de entrega nomeado);
  2. FCA – Free Carrier – Livre No Transportador (local de entrega nomeado);
  3. FAS – Free Alongside Ship – Livre Ao Lado Do Navio (porto de embarque nomeado);
  4. FOB – Free On Board – Livre A Bordo (porto de embarque nomeado);
  5. CPT – Carriage Paid To – Transporte Pago Até (local de destino nomeado);
  6. CIP – Carriage And Insurance Paid To – Transporte E Seguro Pagos Até (local de destino nomeado); 
  7. CFR – Cost And Freight – Custo E Frete (porto de destino nomeado); 
  8. CIF – Cost Insurance And Freight – Custo, Seguro E Frete (porto de destino nomeado);
  9. DAP – Delivered At Place – Entregue No Local (local de destino nomeado); 
  10. DPU – Delivered At Place Unloaded – Entregue No Local Desembarcado (Local de destino nomeado);
  11. DDP – Delivered Duty Paid – Entregue Com Direitos Pagos (local de destino nomeado).

Veja as principais alterações dos Incoterms®2010 para o Incoterms®2020:

  • No FCA (Free Carrier), foi incluída a opção para as partes acordarem na emissão de um conhecimento de embarque Bill of Lading (BL) a bordo, mesmo quando o vendedor não é responsável pelo carregamento do navio. Além disso, há a possibilidade de o local de entrega acontecer tanto no próprio estabelecimento do vendedor quanto em local acordado em contrato;
  • O Incoterms 2020 também alinha diferentes níveis de cobertura de seguro nos Incoterms de exportação, Cost Insurance and Freight (CIF) e Carriage and Insurance Paid To (CIP). Enquanto o CIF mantém a obrigatoriedade de cobertura mínima; a cobertura securitária do CIP foi ampliada, visto que agora o seguro terá que ser com “Institute Clauses A” que é mais ampla e não mais com obrigação apenas de cobertura restrita “Institute Clauses B” do Institute Cargo Clauses (LMA/IUA). Em ambos os casos, as partes ficam livres para negociar níveis diferentes de cobertura e elas devem estar devidamente descritas em contrato.
  • Previsão no FCA (Free Carrier At), DAP (Delivered at Place), DDP (Delivery Duty Paid) e DPU (Delivered at Place Unloaded) da possibilidade de uma parte transportar a carga com seus próprios meios de transporte, sem contratar um transportador; 
  • Alterações na redação dos trechos relativos à alocação de custos entre o vendedor e o comprador, listando todos os custos envolvidos na operação em uma só sessão do guia, de forma a tornar mais claro quem é responsável pelo que; 
  • Em cada um dos Incoterms foram incluídos notas explicativas “Explanatory Notes for Users”, com diversos detalhes como ponto de transferência de risco e como os custos devem ser alocados;
  • Substituição do termo Delivered at Terminal (DAT)  pelo DPU (Delivered at Place Unloaded), para esclarecer que a entrega pode ocorrer em qualquer local nomeado, e não apenas em um terminal. Ressalta-se que a entrega e transferência do risco ocorrem após a descarga da mercadoria, à disposição do comprador/importador. Nesse caso, as formalidades aduaneiras são de responsabilidade comprador/importador.

Se desejar mais informações, o guia do Incoterms ® 2020 já está disponível para compra na plataforma de comércio eletrônico da ICC

Como os Incoterms são considerados um dos instrumentos mais importantes do comercio exterior, é fundamental a familiarização destas novas regras, pois permitem aos players internacionais realizarem negociações claras, valendo-se de critérios objetivos, explorando oportunidades e mensurando os custos envolvidos, à medida que se conhece precisamente onde começa e termina a responsabilidade, custos e operações de cada um.

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Andina Pack: Colômbia sedia feira do setor de embalagens https://www.omdn.com.br/andina-pack-colombia-sedia-feira-do-setor-de-embalagens/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=andina-pack-colombia-sedia-feira-do-setor-de-embalagens https://www.omdn.com.br/andina-pack-colombia-sedia-feira-do-setor-de-embalagens/#respond Tue, 19 Nov 2019 13:01:00 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=5060 A feira Andina Pack, chega em sua 15ª edição em um cenário que ano após ano se consolida como o espaço para investidores e empresários encontrarem o melhor setor de embalagens. O evento é uma plataforma comercial de treinamento, experiências e tecnologias de embalagem realizado na região de Corferias Bogotá, na Colômbia. A abertura oficial […]

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A feira Andina Pack, chega em sua 15ª edição em um cenário que ano após ano se consolida como o espaço para investidores e empresários encontrarem o melhor setor de embalagens. O evento é uma plataforma comercial de treinamento, experiências e tecnologias de embalagem realizado na região de Corferias Bogotá, na Colômbia. A abertura oficial é nesta terça-feira (19/11) e segue até sexta-feira (22/11).

A Andina Pack terá setores especializados como alimentos, bebidas, produtos farmacêuticos e cosméticos, cuidados pessoais, tecnologia de processamento, embalagens, plástico, setor gráfico, entre outros.

O gerente de projetos da Andina Pack, Doris Chingaté, informa que são esperados 526 expositores, sendo 281 são internacionais e 245 nacionais. “O que significa que após a aliança de Corferias e Koelnmesse – o melhor realizador de feiras no mundo, a Andina Pack cresceu potencialmente e isso é demonstrado pela participação de 26 países em nosso evento e 10 delegações”, acrescenta Chingaté.

O diretor da Koelnmesse na Colômbia, Cristian Guarin, disse que o objetivo é converter a Colômbia e a feira no HUB da América Latina no setor. “É por isso que fornecemos, por meio de uma oferta ideal, um suporte à indústria em um só lugar para o seu desenvolvimento”, justifica Guarin.

Chingaté acrescentou que dos 20.000 visitantes esperados, 1.500 devem ser internacionais com os quais as agendas de negócios são planejadas. Além disso, “realizaremos o Fórum ‘The Packaging & Processing Summit 2019’ durante os quatro dias da feira, no Auditório Principal de Corferias, com os seguintes temas: Assuntos Regulatórios, Segurança, Embalagens, Inovação e Materiais, Sustentabilidade e Sustentabilidade com a participação de palestrantes nacionais e internacionais”, relata Chingaté.

A feira também terá uma Zona de Inovação, onde serão exibidos 10 projetos. Será uma área em que vários expositores da feira apresentarão seus produtos ou serviços inovadores para a indústria, que serão explicados aos visitantes através de infográficos. Da mesma forma, cada um desses expositores terá um espaço para dar uma palestra na qual eles expandirão as informações aos visitantes interessados.

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