OMDN https://www.omdn.com.br Notícias do comércio exterior Fri, 28 May 2021 18:06:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.5.5 https://cdn.omdn.com.br/wp-content/uploads/2019/07/16142351/cropped-favicon-1-32x32.png OMDN https://www.omdn.com.br 32 32 165100510 Caça-Palavras do Comex https://www.omdn.com.br/caca-palavras-do-comex/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=caca-palavras-do-comex https://www.omdn.com.br/caca-palavras-do-comex/#respond Fri, 28 May 2021 18:06:29 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10461 Encontre as principais moedas do mundo listadas neste caça-palavras. O mix de termos esconde as moedas em todos os sentidos. Para baixar, imprimir e se divertir, você pode usar este link. Não vale ver as respostas antes de tentar. Clique aqui e receba as notícias do OMDN no WhatsApp.

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Porto Público ou Porto Privado? https://www.omdn.com.br/porto-publico-ou-porto-privado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=porto-publico-ou-porto-privado https://www.omdn.com.br/porto-publico-ou-porto-privado/#respond Mon, 17 May 2021 15:00:09 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10371 Público ou privado, o que é melhor? Se você é funcionário público, dirá que se dedicou muito para estar ali e, portanto, merece o posto com estabilidade e boa remuneração garantida. Justo. Se você depende do serviço público para operar suas atividades privadas, versará sobre a dificuldade de receber algo de acordo com suas expectativas. […]

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Público ou privado, o que é melhor? Se você é funcionário público, dirá que se dedicou muito para estar ali e, portanto, merece o posto com estabilidade e boa remuneração garantida. Justo. Se você depende do serviço público para operar suas atividades privadas, versará sobre a dificuldade de receber algo de acordo com suas expectativas. Compreensível também.

Perfeito! Cada um defendendo o seu lado. Há, no entanto, uma convergência nisso: a administração pública oferece melhores condições empregatícias e exige menos eficiência se comparada com a iniciativa privada. O serviço público não produz, ele assessora e regulamenta, sem depender diretamente de quem o faz.

Vamos pensar no país como uma empresa. Tudo que envolve as atividades-fim, desde compras, a transformação, e até as vendas, faz parte do processo produtivo. Os outros departamentos, como contabilidade, recursos humanos, financeiro, jurídico, entre outros, dão suporte para que o processo produtivo seja sempre melhor desempenhado.

Na empresa, tudo deve caminhar em harmonia, um trabalhando para possibilitar o resultado do outro. Se um não funciona, a lei de mercado encaminha a substituição. No Brasil, infelizmente, esta sinergia entre produção e suporte não existe. Há um alicerce político intenso, uma dificuldade normal de legislar contra os próprios benefícios e um distanciamento importante do compromisso pelo resultado. Gaps  que fazem diferença!

Mas aqui não é o artigo da discórdia. Nem a onda do puritanismo. Discorremos conhecimento para justamente criar este ponto crítico no cidadão brasileiro. Afinal, o que é melhor: um porto público ou um porto privado? Cada um terá o seu ponto de vista. Eu tenho o meu que é sempre pensar na privatização como atendimento às demandas do mercado e não de pessoas.

Por isso, aproveite a opinião alheia para questionar e crescer. Temos muito que evoluir enquanto nação, empresas e, principalmente, pessoas.

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Carga Pesada: Os Desafios do Transporte Rodoviário https://www.omdn.com.br/carga-pesada-os-desafios-do-transporte-rodoviario/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=carga-pesada-os-desafios-do-transporte-rodoviario https://www.omdn.com.br/carga-pesada-os-desafios-do-transporte-rodoviario/#respond Mon, 10 May 2021 15:00:40 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10368 Pandemia, pressão dos custos operacionais e regramentos diferentes entre os estados brasileiros. Responsável pelo abastecimento de todo o país, o transporte de carga é considerado essencial e, ao menos diretamente, não sofre com as medidas restritivas. Mas os desafios que o momento impõe à atividade são inéditos e está transformando a realidade de empresas, trabalhadores […]

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Pandemia, pressão dos custos operacionais e regramentos diferentes entre os estados brasileiros. Responsável pelo abastecimento de todo o país, o transporte de carga é considerado essencial e, ao menos diretamente, não sofre com as medidas restritivas. Mas os desafios que o momento impõe à atividade são inéditos e está transformando a realidade de empresas, trabalhadores e clientes das transportadoras.

Na avaliação de Marcelo Pereira, profissional da Agillog Transportes, os custos como combustíveis, manutenção, pedágios e alimentação dos motoristas mudam quase semanalmente. Ao mesmo tempo em que as empresas do setor não têm condições de arcar com todos os aumentos, há pouco espaço para repassá-los em um ambiente de concorrência.

“Nosso maior desafio é conseguir se manter no mercado, prestar um serviço de excelência e se adaptar às mudanças. Estamos numa fase de novos desafios, precisando ‘sair da caixinha’”, relata.

Investimento em tecnologias

Para lidar com o cenário, segundo Marcelo, a solução é inovar. “O negócio é buscarmos novas alternativas, novos segmentos e novas estratégias para permanecer no mercado. Buscamos no mercado novas tecnologias para facilitar nossos trabalhos, investindo em caminhões mais modernos para reduzir os custos, principalmente nos combustíveis, responsável por mais de 50% do valor dos fretes. Também investimos nos colaboradores e tentamos ajudar no geral da melhor forma possível, respeitando as regras de cada região”, detalha o profissional.

Na avaliação de Marcelo, mesmo com todas as alternativas, os clientes também são fundamentais para garantir a sustentabilidade do transporte em um momento desafiador para todos.

“É possível ajudar em dar boas condições para nossos motoristas em suas dependências, ajudar na carga e descarga. Isso representa muito para nós, garante agilidade nos processos e pode até melhorar nas condições dos fretes”, explica.

Ainda que todo esforço ajude no dia a dia, o fato é que é inevitável que a conta, cedo ou tarde, acabe recaindo sobre toda a sociedade. “No final mesmo, com as incertezas e aumento das despesas, quem vai pagar seremos todos nós, consumidores finais. É uma engrenagem”, finaliza.

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Seguro Internacional: Investigação de Avarias na Mercadoria Importada https://www.omdn.com.br/seguro-internacional-investigacao-de-avarias-na-mercadoria-importada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=seguro-internacional-investigacao-de-avarias-na-mercadoria-importada https://www.omdn.com.br/seguro-internacional-investigacao-de-avarias-na-mercadoria-importada/#respond Tue, 04 May 2021 12:14:06 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10365 Encontrar onde se deu a avaria numa mercadoria importada não é tarefa fácil, ainda mais se uma das partes envolvidas não relata o que realmente ocorreu. Foi com essa situação que a Ação Seguros se deparou, quando uma carga projeto chegou danificada ao destino final. Nesses casos, o procedimento consiste em realizar uma investigação a […]

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Encontrar onde se deu a avaria numa mercadoria importada não é tarefa fácil, ainda mais se uma das partes envolvidas não relata o que realmente ocorreu. Foi com essa situação que a Ação Seguros se deparou, quando uma carga projeto chegou danificada ao destino final. Nesses casos, o procedimento consiste em realizar uma investigação a fim de identificar a causa do dano.

Transportada por um navio Ro Ro (utilizado para transporte de veículos sobre rodas), foram constatados estragos na parte superior do equipamento ao chegar no importador. A seguradora, que tinha como cliente o agente de cargas, foi acionada e enviou um vistoriador ao local. Além de confirmar os danos, o profissional também encontrou restos de concreto na mercadoria.

Antes de qualquer conclusão, foram ouvidos todos os envolvidos no translado. “Nesse caso, o motorista da transportadora disse que não houve nenhuma anormalidade no transporte, colocando isso no seu relato manuscrito. Mesmo assim instruímos a transportadora a também abrir o sinistro na apólice de seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C) deles, embora continuassem com o discurso de que o transporte complementar terrestre transcorreu sem problemas”, relembra o gerente de operações da Ação Seguros, Jacks Maina Evaristo.

Depois de um trabalho rigoroso de apuração e evidências coletadas pelo vistoriador, o motorista confessou que realmente houve um acidente. O equipamento colidiu em um viaduto, durante o transporte para o terminal alfandegário.

Após a regulação do sinistro na apólice da transportadora, a seguradora negou a indenização porque o embarque foi lançado no sistema da seguradora somente depois de se constatar as avarias. “Mas devido à prudência do importador, que contratou também o seguro internacional, com cobertura até sua propriedade, a indenização foi feita depois da regulação na apólice do agente de cargas”, relata Evaristo.

Seguradora avalia cada caso

Outra situação que não é incomum é não conseguir decifrar onde a violação ocorreu durante o transporte. Há casos, por exemplo, em que o contêiner é aberto e a carga é furtada, sem ter o lacre estourado. Mesmo sem a comprovação de onde se deu a avaria, o cliente ainda pode ser indenizado. “Mas isso é tratado caso a caso. A regulação vai definir o que está em conformidade ou não com os eventos cobertos na apólice”, observa o gerente.

Ele orienta que a seguradora deve ser sempre informada de qualquer incidente. Dessa maneira todos os procedimentos serão seguidos para um eventual ressarcimento, evitando que um sinistro coberto pela apólice não seja negado.

Problemas de origem

Em outras circunstâncias, o problema pode estar na origem do carregamento.

“Essa é uma preocupação que os importadores precisam ter, em especial no desenvolvimento de novos fornecedores. Com uma quantia irrisória em comparação com o valor importado, é possível contratar empresas especializadas na origem para documentar e emitir o laudo de conformidade do estufe”, indica Evaristo.

Dicas Importantes

  1. O seguro é um contrato e, como tal, tem seus direitos e obrigações. Assim, é importante que o contratante esteja atento às suas obrigações, como o protocolo dos protestos dentro do prazo legal de 10 dias do recebimento do embarque.
  2. Algo que pode garantir os direitos do cliente é ressalvar o verso do conhecimento rodoviário Ct-e, por ocasião do recebimento das mercadorias, informando as avarias/faltas constatadas, anotar os dados do motorista e solicitar a assinatura dele.
  3. Interromper o descarregamento e pedir o acompanhamento de um vistoriador da seguradora em casos de maiores proporções.
  4. Na contratação dos transportadores, pedir o Certificado de Seguro e não apenas cópia das apólices, que podem não estar mais vigentes.
  5. No seguro de transporte internacional solicitar uma cobertura mais completa, não apenas do custo mais frete. Pode incluir na cobertura verbas de despesas, lucros, impostos e até o próprio prêmio pago. Num eventual sinistro esses valores serão indenizados na totalidade ou proporcionalmente em avarias parciais. Isso é importante, já que um bom percentual do sinistro ocorre após a nacionalização do embarque na importação, quando os impostos já foram pagos.

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Charge Luo Jie – Racismo: como os chineses têm se sentido na América? https://www.omdn.com.br/charge-luo-jie-racismo-como-os-chineses-tem-se-sentido-na-america/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=charge-luo-jie-racismo-como-os-chineses-tem-se-sentido-na-america https://www.omdn.com.br/charge-luo-jie-racismo-como-os-chineses-tem-se-sentido-na-america/#respond Thu, 29 Apr 2021 14:51:02 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10336 O post Charge Luo Jie – Racismo: como os chineses têm se sentido na América? apareceu primeiro em OMDN.

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MITO OU VERDADE: Um porto privado pode dar mais resultado que um porto público https://www.omdn.com.br/mito-ou-verdade-um-porto-privado-pode-dar-mais-resultado-que-um-porto-publico/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mito-ou-verdade-um-porto-privado-pode-dar-mais-resultado-que-um-porto-publico https://www.omdn.com.br/mito-ou-verdade-um-porto-privado-pode-dar-mais-resultado-que-um-porto-publico/#respond Mon, 26 Apr 2021 12:48:34 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10334 VERDADE Embora seja uma questão com diferentes lados, quando se tratam de resultados constantes, especialização, busca por melhorias, envolvimento com as demandas do mercado e capacitação, certamente a opção é pela privatização dos portos. Santa Catarina é um bom exemplo disso. Os principais portos são movidos pela iniciativa privada, com produtividade baseada em performance. O […]

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VERDADE

Embora seja uma questão com diferentes lados, quando se tratam de resultados constantes, especialização, busca por melhorias, envolvimento com as demandas do mercado e capacitação, certamente a opção é pela privatização dos portos.

Santa Catarina é um bom exemplo disso. Os principais portos são movidos pela iniciativa privada, com produtividade baseada em performance. O porto de Navegantes e o de Itapoá são iniciativas privadas como um todo, na essência. O porto de Itajaí é administrado pela prefeitura com a concessão de dois berços para uma empresa privada. A parte pública do porto simplesmente não funciona pela falta de equipamentos, pelo excesso de burocracia e pelo desinteresse dos armadores de atracarem em um porto sem expectativas.

Os outros dois portos de Santa Catarina, o de São Francisco e o de Imbituba, são geridos pelo Estado e dependem ou de braços privados na atuação ou de demandas pontuais, como é o caso do coque, do arroz e da soja no Sul do estado. Não há uma busca pelo crescimento baseado no mercado. Apenas uma atuação automática das demandas que chegam.

Claro que é muito importante o acompanhamento e a regulamentação das atividades portuárias. É preciso salvaguardar a região de atuação através da prevenção e manutenção periódica, bem como, do fomento às iniciativas sociais. Com este processo bem gerido, não há dúvidas de que a privatização é o melhor caminho.

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Mesmo com a Pandemia, Recordes e Investimentos https://www.omdn.com.br/mesmo-com-a-pandemia-recordes-e-investimentos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mesmo-com-a-pandemia-recordes-e-investimentos https://www.omdn.com.br/mesmo-com-a-pandemia-recordes-e-investimentos/#respond Thu, 22 Apr 2021 10:30:21 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10296 A pandemia trouxe desafios até então inimagináveis também para praticamente todos os setores da economia. As receitas sofreram impacto, a operação no dia a dia mudou drasticamente e a adaptação precisou ser rápida. Esta também foi a realidade para a gestão portuária. Mesmo assim, 2020 foi um ano histórico para a Portonave e as expectativas […]

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A pandemia trouxe desafios até então inimagináveis também para praticamente todos os setores da economia. As receitas sofreram impacto, a operação no dia a dia mudou drasticamente e a adaptação precisou ser rápida. Esta também foi a realidade para a gestão portuária. Mesmo assim, 2020 foi um ano histórico para a Portonave e as expectativas para 2021 e os próximos anos são positivas. Diante das transformações, o porto de Navegantes, em Santa Catarina, se fortaleceu.

De acordo com o diretor-superintendente Administrativo da Portonave, Osmari de Castilho Ribas, o principal desafio durante a pandemia tem sido de preservar a segurança dos profissionais. Medidas de prevenção foram adotadas e os procedimentos foram adequados para manter o padrão de eficiência. “Assim conseguimos nos ajustar à demanda do mercado e tivemos um resultado bastante expressivo.

“O cenário internacional mudou e exigiu uma rápida adaptação. A intensidade das mudanças na cadeia global de suprimentos e a velocidade com que isso aconteceu gerou um desequilíbrio entre oferta e demanda, origem e destino de vários produtos. Este cenário tornou evidente a importância de infraestrutura adequada, equipes prontas e atualização tecnológica”, aponta o gestor.

Ele reconhece que os primeiros meses da pandemia foram difíceis, mas, no fim das contas, o ano encerrou com um crescimento de 18,8% na movimentação de contêineres, com mais de 893 mil TEUs. O resultado foi impulsionado pela conclusão da primeira fase das obras da nova Bacia de Evolução para o Complexo Portuário de Itajaí. “Só o Porto de Navegantes recebeu, em 2020, 62 ‘gigantes’, que são os navios com mais de 306 metros de comprimento que giraram na nova área”, relata Ribas.

O contexto exigiu dos portos resiliência e capacidade de adaptação, de acordo com o gestor. De início, a falta de insumos levou a uma redução da produção industrial no mundo nos dois primeiros meses da pandemia. Mesmo nesse período, houve crescimento nas operações da Portonave. A reação que veio em seguida, antes do que era previsto, ajudou a consolidar o desempenho positivo.

“O impacto na indústria foi menor do que no setor de serviços. E a operação portuária está diretamente ligada ao desempenho industrial. A qualidade da indústria catarinense, localização e perfil dos produtos, assim como a capacidade operacional, também influenciaram”, descreve o diretor da Portonave.

Para os próximos meses, a tendência é que o bom momento continue. “Acreditamos que o crescimento observado nestes primeiros meses é sustentável. Esperamos por uma retomada consistente do comércio internacional, com maior integração, redução de barreiras e que o nosso país possa estar alinhado com a visão global e ampliar os acordos bilaterais de comércio”, prevê. Em 2021, o porto teve o melhor janeiro da história e o mês de fevereiro foi o primeiro com mais de 100 mil TEUs movimentados em um único mês.

No que depender da Portonave, outros recordes ainda irão atracar em Navegantes.

“Há a previsão de projetos e investimentos para melhorar a capacidade de recebimento de navios, equipamentos e tecnologias. Tudo pensando em oferecer um serviço com cada vez mais qualidade aos clientes”, projeta Ribas.

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A Espera pelas Feiras de Negócios Internacionais https://www.omdn.com.br/a-espera-pelas-feiras-de-negocios-internacionais/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-espera-pelas-feiras-de-negocios-internacionais https://www.omdn.com.br/a-espera-pelas-feiras-de-negocios-internacionais/#respond Thu, 15 Apr 2021 14:45:48 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10214 Um ano após o mundo ter notícias dos primeiros casos do novo coronavírus, a chegada da vacina contra a Covid-19 e todo o conhecimento científico disseminado têm feito os setores mais afetados sonhar com uma retomada das atividades. Na área de eventos, praticamente parada desde março de 2020, a expectativa pelas feiras de negócios internacionais […]

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Um ano após o mundo ter notícias dos primeiros casos do novo coronavírus, a chegada da vacina contra a Covid-19 e todo o conhecimento científico disseminado têm feito os setores mais afetados sonhar com uma retomada das atividades. Na área de eventos, praticamente parada desde março de 2020, a expectativa pelas feiras de negócios internacionais é grande, principalmente em países mais avançados no combate ao vírus, onde a vacinação progride, as mortes e os casos diminuem e a economia emite sinais positivos.

De olho neste contexto, empresários aguardam com ansiedade o retorno das feiras de negócios. O diretor da UNQ Import & Export, Marcelo Raupp, é um deles. Experiente em negociações envolvendo a China, Raupp avalia que o país asiático está à frente na retomada de atividades e, por isso, acredita que ainda neste ano as feiras de maneira presencial voltem por lá.

A China, o primeiro epicentro de Covid-19 no mundo, também tem sido um dos primeiros países a demonstrar recuperação econômica e a volta de todas as atividades. Em 2020, o Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 2,3% em comparação ao ano anterior. A informação foi divulgada pelo Departamento Nacional de Estatísticas. A alta do PIB foi alavancada pelos bons resultados dos últimos três meses do ano passado, quando a economia chinesa cresceu 6,5%, comparada ao mesmo período de 2019.

“Não vejo isso em outros países de forma tão intensa quanto na China. Desde o ano passado eles voltaram a ter uma vida normal pelo controle interno da pandemia. Vejo a China muito mais bem preparada para voltar a receber eventos, mas com controle sanitário muito mais rigoroso”, observa Raupp.

Enquanto o futuro das feiras presenciais ainda é incerto, uma certeza paira no setor de negócios. As novidades apresentadas serão ainda mais surpreendentes. Para Raupp, as novas descobertas e o desenvolvimento de pesquisas do último ano não ficaram restritos apenas às soluções de combate à pandemia.

“Os trabalhos também continuaram em outras áreas, então as novidades que virão serão muito mais intensas. Perdemos um ano basicamente de ver novas tecnologias, não só de aparelhos tecnológicos, mas também de tecidos, de plástico, de diferentes tipos. Então esse retorno das feiras, esse encontro pessoal, é a oportunidade de apresentar essas novidades para o mundo em si e voltar a ter o setor de negócios girando novamente”, ressalta o empresário.

Feiras internacionais e o Poder Público

Vitrines para o país e estados no exterior, as feiras de negócios também são bastante aguardadas pelo Poder Público. A secretária executiva de Assuntos Internacionais (SAI) do Governo de Santa Catarina, Daniella Abreu, diz que a demanda represada pelas feiras é muito grande e que o retorno tem sido esperado desde o ano passado.

Daniella acrescenta que alguns órgãos estaduais têm apontado eventos para o Governo participar, mas que não há nada definido. “No momento não temos uma posição de que vai haver essa retomada. Os calendários estão sendo atualizados de tempos em tempos e ainda não temos nada internacional na agenda”, relata Daniella.

Limitações do formato online

Assim como shows, reuniões e comemorações foram para o campo virtual em função da pandemia, as feiras de negócios também deram um jeito de se organizar de maneira online. Mas a alternativa encontrada esbarra em questões que só a modalidade presencial proporciona.

O toque e o visual são características dos encontros in loco apontadas pelo empresário Marcelo Raupp como essenciais numa transação. “A online não é tão visual. Você entra num hall de potenciais fornecedores e marca um meeting, sem saber exatamente o produto que ele tem, porque não é algo exposto, como nas feiras. Quando está no local, você encontra uma gama de potenciais fornecedores e visualmente faz a seleção. Os resultados são melhores”, explica.

O empresário também observa que para negócios internacionais as diferenças são ainda mais evidentes. Envolve cultura, legislação e questões administrativas próprias de cada país.

“O contato pessoal é muito importante para dirimir riscos, reduzir inseguranças e aumentar resultados, que é o objetivo dessa aproximação”.

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Vigésima Edição da Revista OMDN já à Disposição https://www.omdn.com.br/vigesima-edicao-da-revista-omdn-ja-a-disposicao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vigesima-edicao-da-revista-omdn-ja-a-disposicao https://www.omdn.com.br/vigesima-edicao-da-revista-omdn-ja-a-disposicao/#respond Wed, 14 Apr 2021 14:11:48 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10278 Com a expectativa de solução da pandemia mais próxima, entender as consequências e as oportunidades desse novo tempo pode ajudar os empresários a encontrar o melhor caminho do sucesso. Esse é o destaque da 20ª edição da Revista OMDN – O Mundo dos Negócios. O novo exemplar já está disponível na versão digital e pode […]

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Com a expectativa de solução da pandemia mais próxima, entender as consequências e as oportunidades desse novo tempo pode ajudar os empresários a encontrar o melhor caminho do sucesso. Esse é o destaque da 20ª edição da Revista OMDN – O Mundo dos Negócios. O novo exemplar já está disponível na versão digital e pode ser acessado aqui no Portal OMDN.

Ao longo das 12 páginas desta edição, também são abordados assuntos como:

  • A espera pelas feiras internacionais mapeia um panorama para os novos negócios;
  • O case da Portonave que conseguiu encontrar oportunidades de crescimento durante um período de dificuldade geral;
  • Privatizar os portos ou não? Uma questão nacional que tem gerado discussões regionais;
  • Vantagens e desvantagens do transporte aéreo;
  • Trânsito aduaneiro: quando usar e quais as características de DTC e DTA;
  • Além das tradicionais seções Panorama, Comexpedia, FreeTime e muito mais!

Está interessado e quer ver a 20ª OMDN na íntegra? Então, basta clicar aqui para fazer o download gratuito da versão digital. Inclusive, se você conhece mais alguém que se interessa pelo mundo dos negócios e pelos temas explorados na revista, que tal compartilhar com ele (a) essa novidade?!

Lembrando que todos os exemplares da OMDN estão disponíveis aqui no portal. Se você tem interesse em solicitar a versão impressa da 20ª edição, entre em contato conosco!

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Governo reduz em 10% imposto de importação para eletroeletrônicos e bens de capital https://www.omdn.com.br/governo-reduz-em-10-imposto-de-importacao-para-eletroeletronicos-e-bens-de-capital/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=governo-reduz-em-10-imposto-de-importacao-para-eletroeletronicos-e-bens-de-capital https://www.omdn.com.br/governo-reduz-em-10-imposto-de-importacao-para-eletroeletronicos-e-bens-de-capital/#respond Thu, 18 Mar 2021 19:23:18 +0000 https://www.omdn.com.br/?p=10168 O Governo Federal reduziu, nesta quarta-feira (17), em 10% o Imposto de Importação de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicações (BIT). A medida, aprovada em reunião do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex), da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, barateará a importação de máquinas e equipamentos utilizados por todos os […]

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O Governo Federal reduziu, nesta quarta-feira (17), em 10% o Imposto de Importação de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicações (BIT). A medida, aprovada em reunião do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex), da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, barateará a importação de máquinas e equipamentos utilizados por todos os setores produtivos, além de diminuir o preço de itens importados como celulares e computadores.

A decisão abrange 1.495 códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) que não dependem de negociação com os demais parceiros do Mercosul, pois cada sócio pode promover unilateralmente mudanças nas alíquotas de itens dos segmentos BIT e BK. O objetivo é aumentar a produtividade não apenas desses setores, mas de toda a economia, beneficiando também os consumidores brasileiros.

A redução da alíquota começa a valer sete dias após a publicação de Resolução Camex com a decisão, o que deve ocorrer nesta quinta-feira (18). Hoje, essas taxas variam de zero a 16% na Tarifa Externa Comum (TEC). Com a redução aprovada, uma máquina que hoje paga 10% de imposto, por exemplo, passará a pagar 9%. Já um eletrônico que paga 16% de imposto, passará a pagar 14,4%. Adicionalmente, todas as alíquotas de 2% serão reduzidas para zero, diminuindo a burocracia e facilitando a vida dos importadores e consumidores.

A medida beneficia o consumidor brasileiro e os pequenos e médios empresários, com a redução de tarifas de importação de produtos como aparelhos celulares e notebooks, de 16% para 14,4%, e de equipamentos médicos de raio-X e microscópios óticos, de 14% para 12,6%. Terão as alíquotas reduzidas, também, máquinas para panificação e fabricação de cerveja. Outro benefício será a redução do custo logístico e da construção civil, por meio da redução das alíquotas de guindastes, escavadeiras, empilhadeiras, locomotivas e contêineres, entre outros itens.

Fonte: Ministério da Economia

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